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A Fazenda Colubandê tem que ser dos artistas.


A Fazenda Colubandê é uma fazenda história da cidade, por lá, vários eventos importantes da cidade aconteceram, além de toda a carga cultural de registros sensacionais sobre a cidade que lá habitam. Porém, a Fazenda colubandê tem toda essa carga história apenas em seu registro do passado, pois hoje, o Batalhão Florestal funciona naquele espaço. Nada contra o batalhão florestal, mas era muito importante que o espaço fosse usado de forma conjunta, ou seja, entre a Polícia e a Cultura ou toda da Cultura, podendo avançar em todo seu potencial cultural.

Politicamente falando, destaco que vários documentos comprovam que a luta dos artistas da cidade já rolam por anos, em que registros de jornal e de pesquisas apontam isso. Já nesse nova geração, o André Correia, organizou um Sarau Alternativo, em que tiveram vários grupos culturais e artísticos da cidade se apresentando. O Evento tinha um foco de começar um movimento pró-Fazenda Colubandê, acho que deu certo para lançar o embrião, mas tivemos dificuldades estruturais grandes, mas o evento deu conta, deu tudo certo.

Esse debate não é isolado da questão do Teatro Municipal. São Gonçalo precisa de equipamentos públicos de qualidade e eu, como sempre, continuo achando que o Teatro Municipal e a Fazenda Colubandê são fundamentais para o mais rápido possível.

Artistas Gonçalenses se encontram em Sarau para defender a utilização cultural da Fazenda Colubandê.



No dia 25 de Março, ás 18h a praça dos Ex-Combatentes será palco do Sarau Alternativo para que os artistas locais defendam a Fazenda Colubandê como um ponto cultural da cidade, retirando o Batalhão Florestal de lá.

O evento contará com a participação de vários segmentos culturais, como o Teatro, Artesanato, Poesia, Hip Hop, Música, etc. A ideia é movimentar a cidade para que o aparelho público da Fazenda Colubandê seja potencializado como bem cultural e não como bem militar.